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Webinar Covid-19 e as Doenças Reumáticas da Infância

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Para desmistificar a noção errada de que as doenças reumáticas ocorrem somente na população mais envelhecida e debater estas patologias na infância, inclusive no contexto de pandemia em que vivemos, a Associação Nacional de Doentes com Artrites e Reumatismos da Infância (ANDAI), em parceria com o jornal Raio-X, vai promover um webinar, no dia 29 de maio, pelas 21.00 horas, com o apoio da Novartis. A transmissão será feita em direto na página de Facebook da ANDAI, com partilha na página do Raio-X.

Nesta sessão vão participar

  • José Melo Gomes, reumatologista do IPR e fundador da ANDAI,
  • Filipa Oliveira Ramos, coordenadora da Unidade de Reumatologia Pediátrica do Hospital de Santa Maria,
  • Pedro Dias-Ferreira, psicólogo no Hospital de Santa Maria, e
  • Marta Conde, membro da direção da Secção de Reumatologia Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria e Reumatologista Pediátrica no Hospital de D. Estefânia. 
Aceda ao webinar aqui.

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Parcerias ANDAI

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Lidar com a doença

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Lidar com a AIJ

 criançasPor vezes os adultos pensam que as crianças são demasiado jovens para entender ou não querem contar o que se passa com medo de causar preocupações desnecessárias. mas é bom educar as crianças sobre a sua doença.

Se não lhes for explicado convenientemente, elas podem preocupar-se de forma errada Às vezes, as crianças acreditam que são elas que causaram a doença, por algum ato do qual nem sequer estão conscientes.

A sua imaginação é muito ativa. Se não perguntarmos o que eles sentem ou pensam, eles podem não nos dizer. Se explicarmos, a um nível que eles possam entender, os seus medos e preocupações podem ser aliviados.

Converse com a criança/jovem, explique que ter a doença não é culpa de ninguém, nem uma “punição” (algumas crianças acreditam que a doença é um castigo por algo que fizeram).

Esteja disponível para ouvi-la sobre os seus medos, dificuldades ou revoltas.

Ajude-a a compreender o que se passa, a lutar pelos seus objectivos, a ser responsável e independente.

Não a vitimize nem a deixe “ter pena de si própria”.

Ensine-lhe que ela é muito mais do que uma doença!

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